quinta-feira, 19 de junho de 2008

ATOL

quinta-feira, 19 de junho de 2008
Em toda noite de estrelas,
Simplesmente me reparto,
Me dvido pra contê-las,
No silêncio de meu quarto.

E me perco neste arco,
Como os olhos de alguém,
Que anseia por um barco,
Mas não sabe se ele vem.

Além disso, é quase nada,
Que vivi ou que mereço,
Pois sou noite estrelada,
E apenas me esqueço.

O.T.Velho

2 comentários:

monomaníaco disse...

Salve mano o.t.
postei este aqui no meu perfil.
Realmente és tudo o que sempre dizem de Ti, escreves bem e sem preguissa mental, e as rimas então...elas sempre dizem algo. Parabéns Velho.
Abraxas

poemas e prosas disse...

As vezes o silencio fala mais que mil palavras e lindo este poema.
um abraço Eliza Gregio

 
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